A burka é um costume tribal milenar adotado em algumas sociedades patriarcais muçulmanas. Eu li em algum lugar na internet, que os religiosos fundamentalistas justificam seu uso com o exemplo de um animal selvagem que, ao ver um pedaço de carne, pode comê-la. Podemos então concordar e considerar que esses religiosos seriam animais selvagens preocupados em esconder as carnes de suas mulheres?

A foto acima eu pequei emprestada em Meio Bit, onde sua autoria é creditada a Natalie Behring.
Outro costume dessas sociedades é a prática da poligamia, porém só permitida aos homens. As mulheres só podem ter um único marido, o qual devem dividir com outras mulheres. Por serem costumes com profundas raízes culturais, as mulheres os aceitam e a eles se submentem voluntariamente em grande maioria.
Mas não é o preconceito o motivo de eu ter escrito isso. Existem muitos outros costumes exóticos e toscos aos olhos da nossa civilização ocidental. São culturas diferentes que devemos respeitar, por mais que discordemos. A verdade é que civilizações inteiras foram exterminadas pelos cristãos europeus que insistiram em converter os indígenas nas Américas por eles invadidas, ao que chamaram "descobertas".
Essa questão de respeito às diferenças, entretanto, deve ser entendida necessariamente em ambos os sentidos: devemos respeitar e ser respeitados. Mais um motivo para considerar o terrorismo como atividade abominável e injustificável; e para condenar a todos os que o apóiam como cúmplices de crimes hediondos contra a humanidade.
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